Como escolher uma ferramenta de link na bio
This article has not been translated to your language yet: you are reading the original Portuguese version.
Para escolher uma ferramenta de link na bio, olhe cinco coisas e ignore o resto: de quem é o endereço da página, se há marca d'água de terceiro, o que o plano gratuito entrega de fato, que dado de clique você recebe e o quanto custa sair. O editor de blocos é parecido em todas; a decisão não passa por ele.
A ordem importa. Endereço e portabilidade são decisões que você toma uma vez e paga por anos; marca d'água e analytics são o que separa um plano gratuito útil de uma demonstração disfarçada. Cada critério abaixo termina com o comparativo correspondente, se você já estiver com um nome em mente.
De quem é o endereço da sua página?
O endereço é o único ativo que sobrevive à troca de ferramenta. Se ele é
plataforma.com/seunome, ele pertence à plataforma: no dia em que você sair,
todo post antigo, todo cartão impresso e todo QR code apontam para a casa de
outra pessoa.
Duas perguntas resolvem o critério:
- Dá para usar domínio próprio? Se sim, você troca de ferramenta sem trocar de endereço.
- Se não, o slug é curto e legível?
/mariaé divulgável;/u/8f2a-marianão é.
Domínio próprio custa a manutenção anual do registro e um pouco de configuração de DNS. Quem tem menos de mil visitas por mês normalmente não precisa dele ainda, mas precisa saber que a porta existe antes de escolher.
O Allinks hoje não oferece domínio próprio. Sua página vive num endereço nosso, com slug curto. Se domínio próprio é requisito inegociável do seu caso, esse é um ponto em que outras ferramentas entregam e nós ainda não.
O que a marca d'água da plataforma custa?
Quase toda ferramenta assina o rodapé da sua página. É publicidade gratuita para ela, paga com a credibilidade da sua página: o visitante vê o nome de outra empresa embaixo do seu.
O que muda entre as ferramentas é em que degrau ela sai. Em algumas, a remoção está no plano mais caro da escada, três upgrades acima do primeiro pago. Antes de assinar qualquer coisa, procure em qual plano a marca some. Se estiver no topo, o preço real da ferramenta é o do topo.
No Allinks, a assinatura sai no primeiro plano pago. É exatamente esse degrau que a comparação com o Linktree mede item a item.
O que o plano gratuito entrega de verdade?
Plano gratuito é onde as ferramentas mais divergem, e o marketing quase nunca ajuda. Cheque quatro itens, um por um, na página de planos:
- Quantos links cabem. Alguns limitam a quantidade; outros não.
- Que tipos de conteúdo cabem. Só link, ou também texto, imagem, vídeo, música e mapa?
- Quanta estatística aparece. Contagem de visita costuma ser gratuita; origem do tráfego e dispositivo, quase nunca.
- Quantas páginas cabem na conta. Se você tem um projeto pessoal e um profissional, uma página só vira um problema no segundo mês.
No Allinks o plano Gratuito é uma página, sem limite de quantidade de blocos, e com o painel de estatística completo. O corte comercial é o tipo de bloco: no Gratuito você monta a página com links; texto, imagem, vídeo, Spotify e mapa são do Profissional para cima. Os valores ficam em planos, nunca num post que envelhece.
O comparativo com o Taplink é o que mais expõe esse critério, porque lá quase tudo que é visual está atrás do plano pago.
Que dado de clique a ferramenta te dá?
Página de links sem estatística é um chute com design bonito. O mínimo utilizável são três números:
| Número | O que responde |
|---|---|
| Visitas | Quanta gente chegou na página |
| Cliques por link | Qual oferta ganhou a atenção |
| Taxa de clique por link | Se o rótulo do botão funciona |
Origem do tráfego, dispositivo e navegador entram como diagnóstico, não como meta: servem para explicar uma queda, não para virar número de vaidade.
Confira também o que a ferramenta faz com o visitante. Contar evento agregado e rastrear pessoa são coisas diferentes: a primeira responde a sua pergunta sem guardar o IP de ninguém. O Allinks nunca grava o IP do visitante: ele entra num hash com sal do dia e some. Isso e o resto do modelo de dados aparecem no comparativo com o AllMyLinks.
Quanto custa sair depois?
O último critério é o que ninguém testa antes de precisar. Pergunte-se:
- Se a plataforma fechar amanhã, o que eu levo comigo?
- Dá para exportar a lista de links, ou vou recriar tudo à mão?
- Se eu cancelar o plano pago, a página cai ou volta aos limites do gratuito?
Recriar dez blocos à mão leva minutos e não é o problema. O problema é o endereço divulgado por dois anos e o histórico de estatística que fica para trás. Ferramenta que responde bem a essas três perguntas é ferramenta em que dá para investir divulgação.
Perguntas frequentes
Preciso de domínio próprio para começar?
Não. Um slug curto e igual ao seu @ nas redes resolve o começo. Domínio próprio passa a valer a pena quando a página vira canal de aquisição de verdade e você quer poder trocar de ferramenta sem reimprimir nada.
Plano gratuito serve para uso profissional?
Serve, desde que você saiba o que ele não faz. Os dois cortes que costumam doer são a marca d'água no rodapé e a estatística bloqueada. Se nenhum dos dois te atrapalha hoje, o gratuito segura bem o primeiro ano.
Vale a pena ter mais de uma página de links?
Vale quando os públicos são diferentes, como um projeto pessoal e um comercial. Duas páginas separadas mantêm os relatórios limpos; uma página só mistura tudo e você nunca sabe qual conteúdo trouxe qual clique.
Como sei se estou escolhendo errado?
Você descobre no dia em que quiser mudar. Por isso os critérios de saída (endereço próprio, exportação, comportamento no downgrade) pesam mais do que a lista de recursos da página de vendas.
Onde começar
Se você ainda não tem página, comece pelo critério mais barato de corrigir depois: monte a página, meça duas semanas e só então decida se precisa de domínio, tipos de bloco ou uma segunda página.
Criar minha página grátis - ou veja os planos antes.